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Este texto propõe aos professores de Educação Infantil e profissionais de saúde uma reflexão sobre o direito de todas as crianças à saúde e ao bem-estar e sobre o modo como podemos organizar as atividades educativas e os cuidados adequados a elas, possibilitando-lhes acesso a esse direito, no contexto das creches e pré-escolas de todo o país.

Damaris Gomes Maranhão

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    [ Modificado: segunda, 21 set 2020, 15:31 ]

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      Imagem de Instituto Avisa Lá
      por Instituto Avisa Lá - segunda, 21 set 2020, 15:27
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      Nos ambientes coletivos é comum que, pela convivência de diversas pessoas, circulem ao mesmo tempo diversos vírus, bactérias, parasitos, fungos eliminados pela respiração, nas fezes, ou que estão temporariamente na pele, unhas, cabelos. Nas escolas de Educação Infantil são frequentes as infecções respiratórias, parasitoses, gastroenterites ou dermatoses prevalentes nessa faixa etária. A transmissão desses agentes, na maioria microscópicos, ou seja, invisíveis a olho nu, pode ser por via respiratória, pelas fezes ou fecal-oral, pelo contato direto com a pele e anexos dependendo do tipo de doença. Também podemos ter transmissão de doenças por alimentos contaminados e por isso são recomendadas rigorosas medidas de higiene no preparo e distribuição de alimentos.

      Veja o texto completo no anexo

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        [ Modificado: sábado, 19 set 2020, 12:01 ]

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          O objetivo desse trabalho é descrever as experiências de cuidado de si, do outro e do ambiente expressas pelas crianças em suas interações, brincadeiras e em suas múltiplas linguagens. Trata-se do relato de experiência de uma professora do grupo de crianças de dois a três anos em uma instituição de Educação Infantil, situada na grande São Paulo, que documentou falas, desenhos e cenas das crianças interagindo e brincando, analisando-as em parceria com uma especialista em cuidados na Educação Infantil, à luz de autores sócio-históricos e da Antropologia. Conclui-se que o processo de cuidado permeou todas as interações e brincadeiras, integrando diversos saberes.

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            Documentos e programas reiteram a necessária integração dos cuidados com saúde e educação da primeira infância.

            O objetivo deste estudo foi integrar as perspectivas de profissionais da saúde e da educação na análise de elementos facilitadores e/ou dificultadores do processo de construção do protagonismo da criança no cuidado de si e do outro. 

            Trata-se de um estudo observacional e de análise de vídeos, com foco nas cenas de cuidados com as crianças de cinco creches. Observar o protagonismo da criança no processo de cuidado mediado pelo professor e as brincadeiras de cuidado entre as crianças evidenciou-se como uma eficaz estratégia formativa e de ampliação do olhar de profissionais de campos complementares para integrar saúde e educação. 

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              Quando se fala em saúde e bem-estar na educação infantil, muitas pessoas tendem a pensar em cuidados médicos e de enfermagem voltados às crianças pequenas. Muito longe de uma visão sanitarista, o que esta edição propõe é pensar na educação infantil como um espaço gerador de saúde mental e física, de conforto e desenvolvimento pleno do ser humano desde a infância.


              https://loja.grupoa.com.br/bibliotecauniversitaria/patio-educacao-infantil-ano-ix-n262011-p993633

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              [ Modificado: sábado, 19 set 2020, 09:00 ]

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                A alimentação não é a simples satisfação de uma necessidade nutricional e biológica, representa um meio de expressão cultural permeado por convenções que transmitem mensagens e em que imperam o bom comportamento . O compartilhamento de refeições também é fonte de prazer, e possui papel significativo na construção e solidificação de relações sociais. No âmbito da alimentação, é importante considerar não somente o tipo de alimento consumido, a quantidade ou a maneira como é preparado, mas deve-se atribuir igual relevância às circunstâncias do consumo. Os objetos utilizados, sua disposição à mesa, a forma de manipulação, ordem de uso, entre outros protocolos, refletem simbologias herdadas ao longo dos séculos e moldam o contato do comensal com o alimento. O presente artigo propõe que o interagir contextual com os utensílios empregados na alimentação consolida progressivamente certos hábitos e colabora na construção identitária, na medida em que variações na cultura material resultam em formas distintas de se lidar com o alimento.

                Utiliza-se uma aproximação do ponto de partida europeu, por sua vasta influência no Brasil e no mundo em decorrência dos modos e produtos difundidos no período de expansão marítima e colonização. Além de uma análise da evolução e diversificação dos aparatos utilizados nas refeições, e o intrínseco desenvolvimento das regras de etiqueta, segue-se uma breve exposição das influências de tais costumes na mesa do brasileiro.

                [ Modificado: quarta, 13 jan 2021, 14:12 ]

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                  Quando a ciência ainda não entendia os germes, um médico húngaro descobriu e provou que lavar as mãos é essencial contra infecções – a história dele, porém, não teve final feliz.

                  Clique aqui para ler a notícia completa

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